quinta-feira, 7 de janeiro de 2010

De pequenino é que se torce o pepino...

Hoje estou assim...

...Desenlacemos as mãos, porque não vale a pena cansarmo-nos.
Quer gozemos, quer não gozemos, passamos como o rio.
Mais vale saber passar silenciosamente.
E sem desassossegos grandes.

Não resisti em colocar....

Tal como diz o Armando.... "até arrepia"....
Entristece realmente percebermos que somos empregados da morte ;/

quarta-feira, 6 de janeiro de 2010

O "Barbosinha"....

Acabei de ler, como habitual, o blog do futsal feminino... sou leitora assídua, aliás! E eis o meu espanto quando me deparo com o comentário do "Carlitos". Como somos parecidos...
Lembrei-me logo.... vou falar de outro dos meus dedos.
Ui, é aquele que tem uma garra desalmada.
Nutro por ele um carinho muito especial, principalmente porque é a companhia da minha metade.
Adoro quando grita no futsal, e rio-me quando está a perder num simples jogo que seja.
Há uns anos atrás jamais sonharia que ele ia ser um dos meus dedos....e foi-o sendo de forma muito próxima e especial!
Gosto da sua frontalidade ;)


segunda-feira, 28 de dezembro de 2009

o meu casal de dedos...

Estou sem net... Por isso escrevo pelo telemovel e n descobri ainda como colocar acentos :/
Escrevo porque nao queria acabar o ano sem falar no meu casal de dedos... O tiago e a carla ;)
Ele acompanha-me desde a escola primária, ela pouco tempo depois! Crescemos juntos. Vivi, e vivo, a união deles. Admiro a garra que tem profissionalmente, bem como a seriedade com que encaram a vida! Sempre foram, para mim, a parte mais consciente, e muito util, do nosso grupo.
Gosto muito deles, embora seja com eles que falo menos... Mas por falta de oportunidade, penso assim!

terça-feira, 22 de dezembro de 2009

Natal...


Chove. É dia de Natal.
Lá para o Norte é melhor:
Há a neve que faz mal,
E o frio que ainda é pior.

E toda a gente é contente
Porque é dia de o ficar.
Chove no Natal presente.
Antes isso que nevar.

Pois apesar de ser esse
O Natal da convenção,
Quando o corpo me arrefece
Tenho o frio e Natal não.

Deixo sentir a quem quadra
E o Natal a quem o fez,
Pois se escrevo ainda outra quadra
Fico gelado dos pés.

Fernando Pessoa